Óleo de Coco: existem contras ou só prós?
"Tem alguma contra indicação? Alguém não pode consumir?
O óleo de coco não é um medicamento e sim um alimento. Sendo assim, não existe contra indicações. Qualquer pessoa que busque qualidade de vida e uma alimentação saudável deveria ingerir o óleo de coco extra virgem. De uma forma geral, não há restrições. A alergia ao coco é ocorrência rara. Pessoas em dietas com restrição de gorduras (hipolipídicas) devem ingerir o óleo de coco extra virgem em pequenas quantidades (meia colher de sopa) e aumentar gradualmente o consumo. Raramente, algumas pessoas com candidíase ou parasitoses intestinais, apresentam algum mal-estar temporário decorrente da ação bactericida do óleo sobre esses microorganismos. Esse tipo de ocorrência não contra-indica a continuidade do uso, e na verdade, demonstra mais um dos efeitos benéficos desse óleo. Consulte sempre o seu Médico ou Nutricionista, caso você esteja em tratamento de alguma doença.
Falando nisso, só para relembrar os benefícios catalogados do óleo de coco:
1. Ação antioxidante - colabora na diminuição da produção de “radicais livres”.
2. Colesterol - ajuda na redução do mau colesterol – LDL e evita que o mesmo se oxide.
3. Colabora no processo do emagrecimento - de fácil absorção, a gordura de coco é a melhor fonte de absorção, a gordura de coco é a melhor fonte de triglicerídeos de cadeia média, não que a gordura de coco tem de estimular a glândula tireóide, aumenta o metabolismo basal e, conseqüentemente: emagrece.
4. Melhora o sistema imunológico.
5. Regula a função intestinal.
6. Tireóide – melhora o funcionamento da tireóide, tendo ainda ação “anti-envelhecimento”.
7. Ação cosmética.
8. Ação dermatológica - além do poder bactericida na pele, pode ser utilizada como cicatrizante de feridas picadas de insetos, alívio em queimaduras e, sobretudo nos eczemas e dermatites de contato, bem como no tratamento do herpes e candidíase.
9. Diabéticos - controla a compulsão por carboidratos – assim como os alimentos ricos em fibras ajudam a manter níveis estáveis de insulina no sangue.
10. Fadiga crônica e fibromialgia.

"Tem alguma contra indicação? Alguém não pode consumir?
O óleo de coco não é um medicamento e sim um alimento. Sendo assim, não existe contra indicações. Qualquer pessoa que busque qualidade de vida e uma alimentação saudável deveria ingerir o óleo de coco extra virgem. De uma forma geral, não há restrições. A alergia ao coco é ocorrência rara. Pessoas em dietas com restrição de gorduras (hipolipídicas) devem ingerir o óleo de coco extra virgem em pequenas quantidades (meia colher de sopa) e aumentar gradualmente o consumo. Raramente, algumas pessoas com candidíase ou parasitoses intestinais, apresentam algum mal-estar temporário decorrente da ação bactericida do óleo sobre esses microorganismos. Esse tipo de ocorrência não contra-indica a continuidade do uso, e na verdade, demonstra mais um dos efeitos benéficos desse óleo. Consulte sempre o seu Médico ou Nutricionista, caso você esteja em tratamento de alguma doença.
Falando nisso, só para relembrar os benefícios catalogados do óleo de coco:
1. Ação antioxidante - colabora na diminuição da produção de “radicais livres”.
2. Colesterol - ajuda na redução do mau colesterol – LDL e evita que o mesmo se oxide.
3. Colabora no processo do emagrecimento - de fácil absorção, a gordura de coco é a melhor fonte de absorção, a gordura de coco é a melhor fonte de triglicerídeos de cadeia média, não que a gordura de coco tem de estimular a glândula tireóide, aumenta o metabolismo basal e, conseqüentemente: emagrece.
4. Melhora o sistema imunológico.
5. Regula a função intestinal.
6. Tireóide – melhora o funcionamento da tireóide, tendo ainda ação “anti-envelhecimento”.
7. Ação cosmética.
8. Ação dermatológica - além do poder bactericida na pele, pode ser utilizada como cicatrizante de feridas picadas de insetos, alívio em queimaduras e, sobretudo nos eczemas e dermatites de contato, bem como no tratamento do herpes e candidíase.
9. Diabéticos - controla a compulsão por carboidratos – assim como os alimentos ricos em fibras ajudam a manter níveis estáveis de insulina no sangue.
10. Fadiga crônica e fibromialgia.


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